terça-feira, 29 de setembro de 2009

~ amores de um estudante

Sim o corpo dói todo, sim a cabeça está a mil à hora, e sim o cansaço às vezes supera-nos. Mas é só por míseros instantes ... É quando uma lufada de ar fresco e de vontade nos anestesia os sentidos e nos lança novamente aos "Leões".
Existem amores que perduram, que nos fazem estupidamente sorrir e quiçá chorar, e sem esperar, dão-nos mais do que alguma vez ansiavamos ter em vida.
Mas esses... esses sim!, são os amores que realmente valem a pena, dos outros já nem falo, deixo para quem ainda acredita neles.

depois de se bater fortemente com a cabeça, aquele (semi) abraço*

sábado, 26 de setembro de 2009

hedonism

Entre silêncio e telepatia, eu guardo esse momento como um dos melhores que eu já tive.
não são precisas mais palavras.

*

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Desvaneio

Quero poder dizer-te algo mais, mas não sai nada.
Calo-me.
Tudo à volta corre a mil à hora.
E agora percebo que, por muito que não o queira, mais tarde ou mais cedo vou perder-te.
Adeus? Não consigo, nem nunca o conseguirei dizer-te. sem me perder.


um abraço apertado, com saudade*

sábado, 19 de setembro de 2009

Sweet home

Cheguei a casa. Será que a posso chamar de minha?! Certamente sim. Tudo o que me rodeia aconchega-me de tal forma, que me traz uma felicidade um tanto quanto estúpida.
Sorrio, e paro.. tudo voltou!
Agora estou onde tenho que estar, e desta vez é para ficar...


um abraço daqueles bons *

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

walk away.

* Ela parou por um instante, e nesse mesmo instante apercebeu-se de como tinha deixado escapar tanta coisa boa. Agora levava a vida de forma diferente, ja não abandonava tudo o que de bom e de mau tinha o seu antes e, com uma certa leveza de espírito, já não queria esquecer que haveria um depois.

Lembrava-se de uma conversa, uma simples e casual conversa, que tinha tido sobre o " ser feliz", e na qual, com unhas e dentes, defendia que a felicidade nao era um momento, não era uma fase, não tinha um auge.. e que ao contrário do que lhe diziam, sim era feliz naquele momento, como em tantos outros momentos que tinha tido, e que pouco importava pensar se queria ser mais feliz. Agora ria-se com a ironia da situação pois pensando naquela conversa percebia que a felicidade era muito relativa, que podia desvanecer-se numa milésima de segundo apenas. E então deixou de encarar o que em tempo tinha sido feliz como algo mau, pegando nesse mesmo instante, nessa mesma conversa e guardando-a nas suas memórias, como algo que fazia parte da sua vida. Porém olhou para tudo o que a rodeava e percebia que embora certos momentos façam parte da nossa vida podem não fazer mais parte do que somos, que há coisas que mudam, pessoas que crescem e que por vezes é preciso ir embora... [ walk away ] *

a huge hug :D

PS: walk away ben harper, que o nosso Luís toca e canta tão bem , em noite de verão em casa da Mó na melhor das companhias (:

agora eu: à espera de uma grande viagem, depois de umas férias boas, One a clear day ~ :D

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Life's song

Neste momento algo se cala aqui dentro. algo se foi.

domingo, 12 de julho de 2009

Jumping ~


Já tinha passado por ali imensas vezes e nunca me tinha ocorrido tal coisa.. Não é que me deparei com aqueles dois loucos estrangeiros lá em cima, apenas de roupa interior, a fitarem a água com um olhar desafiante.
'Não.. não posso crer, eles vão saltar!'

Entre o vai e não vai, entre gargalhadas e súbitas pausas de coragem, lá se atiraram. Gritavam e riam ao mesmo tempo.
Enquanto isso todo o Porto continuava a passar como se nada fosse, mas mesmo assim eles fizeram a diferença, sem o querer fazer, aliás pouco importando tudo o que estava volta.
E eu ali, especada a gozar o momento cá de baixo e a sorrir, querendo ser eu lá em cima.


Vou saltar, não agora que penso nisso, não agora que espero algo disso.. mas num qualquer momento, aleatório, que simplesmente me apeteça! :D
Foi o momento mais feliz deste dia (:
a eles (: aqueles 2 loucos, mas que de loucos nada têm.
a sweet hug

sábado, 11 de julho de 2009

Não me contes o fim

Naquele instante só te pedi: não me contes o fim.


Não me contes o fim da minha história, não me contes o que eu vou perder e o que vou ter ..
Talvez por medo, talvez por ainda persistir uma réstia de esperança, talvez por querer pensar que um dia também vou ser feliz... Mas acima de tudo porque a previsibilidade da vida me iria assustar. Mesmo podendo mudar o meu percurso, tu ditarias o meu fim, o fim da minha história.
Sinceramente prefiro cair, prefiro viver sem certeza alguma de que eu acabarei daquela ou de outra forma.

Então agora digo-te: não sabes o meu fim. Nunca o saberás se me deixares, ou se eu te deixar.. antes desse fim realmente chegar.

PS: Neste sítio encontram-se, por alguns momentos e não alturas, alguma paz... julgo eu que seja de espírito, ou quiçá de consciência.
a sweet Hug (: